07/04/13

Full

Que ultraje! Ora essa, claro que não vos abandonei! Mas pronto pronto, vocês já sabem como eu sou com este canto. É umas demoras mais extensas que quaisquer outras, mas isto é um canto especial. Isso, gosto de vocês mais calmos. Portanto, o problema é o título. Exacto, estou full. Ando para abrir a tampa e deixar as cousas fluírem  mas ainda não consegui. Ainda não senti o momento adequado. E, acreditem, pequenos grilos, bem que preciso de largar umas toneladas de ranho, lágrimas, dor, saudades, revolta, tristeza. Preciso de largar isso para trás para poder repor com mais força. Procurando força à venda. Se encontrarem, call me maybe. Estou bem como estou, e de repente, é como correr para a casa de banho como se não houvesse amanhã e estivéssemos no nosso limite, mas depois não consigo chorar. É quase o auge atingido, mas não chego lá.

Até lá, terei que me sentir assim, cheio e a abarrotar. Porque assim o é, estou full.

2 comentários:

Rita Barbosa disse...

não tenho bem a certeza se utilizei o termo correto ao colocar o verbo "valorizar" mas foi o que me pareceu mais perto daquilo que queria tentar esclarecer com aquelas palavras. reconhecer os próprios defeitos é uma das maiores qualidades do ser humano.

marta disse...

(parabéns atrasados)