13/10/10

Beauty&Ugliness

Há dias em que estamos calados, quietos, sossegados. Dias que não são out nem in. São. Mas estes dias, são, são um tipo de desafio à nossa própria natureza. Mostram-se, ao final de contas, misteriosos! Sabemos lá de onde vem tanta calma, tanta paz em grande plenitude, tanta sabedoria. Pelo menos, são assim estes meus dias. E sabem quais as necessidades que eu sinto nestes dias, únicos? Vontade de crescer e viver. Gosto de me fazer homem, e de acarretar com as suas responsabilidades. Gosto de perder 4 horas a ler textos e a sublinhar. Gosto de levar aos extremos os meus sentidos. Gosto de viver quase como se fosse o meu último dia da terra. E sim, um dia terei que o fazer realmente, pois um dia não terei amanhã. 
Apesar de isto ser um texto, e não uma shot, eu decidi que tinha que o publicar neste blog. E, como senão bastasse tal contradição de vida, o título nem adequado está. Até agora, deviam pensar vocês. Sabem, é que nestes dias eu elevo a alma e deixo-a entrar no reflexo que o meu espelho esconde. Vejo corações e não caras. Vejo amor e não beleza. Vejo preocupação e não borbulhas. Vejo sorrisos puros e não aparelhos. Por natural que me pareça, eu gosto disto. Não me inibe de nada e empurra a minha vida para a frente. Uma vida de amor e compaixão e com pés para avançar! Como eu hoje disse, <<sabem, viver com amor é uma maneira de vida. Para tal, basta andar de coração em coração.>> assim o tentarei fazer. Só preciso de uns minutos de meditação e concentração. Saber que o dia me vai correr bem e afirmar que sou feliz com tudo o que tenho. Que amo o que a vida me deu e que não invejo o que ela me inibe de conter. E que nada haverá de superficialidades.

Eu sou aquilo que sou e que quero ser. Faço o meu destino e lido com o presente. O passado não foi esquecido, apenas não é recordado. A partir daqui, tudo será diferente.


Beauty is in the inside, ugliness is in the outside.